sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Festa de N.S. do Livramento

Durante uma reunião ocorrida entre os organizadores da festa outro dia, após a missa dominical, alguém falou: "Beto você vai fazer o cartaz da festa para nós. Não vai?" Passei as mãos na minha "vasta cabeleira" simulando dúvida, depois balancei a cabeça positivamente, sinalizando que topava. Afinal todos nós da comunidade precisamos, por obrigação, de alguma forma colaborar com a igreja.

Balsa com a imagem da milagrosa navegando no rio Ribeira nos anos 60.

Depois de discutir o tema e outros detalhes, fiz no computador um esboço, que colocado em discussão, entre a comunidade e os padres Alfredo e o provincial Miguel, ambos missionários do Verbo Divino, chegou-se a uma proposta final que executei utilizando o programa QuarkXpress e Photoshop. Infelizmente passei um dia inteiro na gráfica em Apiaí e por não haver lá estes programas, ficou impossível fazer a matriz para impressão.Como eu tive que ir a São Paulo levar minha esposa e filha, para embarcar rumo a Natal, onde ficaram um mês em visita a meus sogros e familiares, aproveitei para levar o computador de mão com o arquivo do cartaz. Chegando em São Paulo, fui até a empresa do meu amigo Miguel e falei sobre o caso. O Miguel pegou o telefone e ligou para o Ricardo da praça da Árvore, que faz produção gráfica e pediu uma cotação para aquele trabalho, e me falou do valor. Diante disto expliquei que a paróquia não tinha dinheiro. O Miguel riu e disse:" Não se preocupe que eu pago, eu sou ateu, mas você é meu amigo" Eu rebati dizendo que não era verdade, que ele não era ateu, pois na hora do aperto era "Deus me livre" e nas boas; "Graças a Deus". Resumindo fui com o material até o Birô, na praça mencionada, entre a Vila Mariana e o Jabaquara. Conclusão: em poucos minutos o Ricardo destrinchou o arquivo, deu entrada numa máquina gráfica computadorizada, tipo Índigo, e com menos de meia hora já trazia em meu carro todos os cartazes da festa, lindamente impressos em quatro cores, como aparece na imagem abaixo:

Cartaz da tradicional Festa Fluvial em Iporanga que acontece entre o final do ano e inicio do outro(Para ver o cartaz ampliado clique duas vezes no meio da imagem).

A festa acontece anualmente, desde os anos 1880, nesta época ainda em uma cerimônia muito singela. Uma senhora dona da imagem descia o rio Ribeira, todo dia 31 de dezembro, em uma canoa enfeitada, saindo do bairro do Isídio, situado rio acima, tendo Iporanga como referência. Existe quase uma certeza, que a festa só tornou-se realmente grande, a partir do momento em que o fidalgo Carlos Diogo Nunes, por volta de 1890, assumiu a responsabilidade de promover e revitalizar o evento. Tanto é verdade que no dia 31 de dezembro 1865, quando esteve em Iporanga o Inglês e Oficial da Rainha Victória; Richard Francis Burton( Acreditem! Esse gringo era o próprio Indiana Jones), e foi recebido e apoiado pelo Revº. padre Antonio da Silva Pereira, irmão do tataravô do prefeito Gulu, que nada mensionou em seus relatos sobre os festejos em Iporanga, representados aqui em texto transcrito da Revista Commercial de Santos, do ano 1866, e mostrado abaixo:

A 29 de dezembro chegamos a Yporanga. É uma localidade que pode chegar a ser alguma coisa, se as minas de chumbo e outros mineraes forem explorados. Desgraçadamente não o são. Depois de tres dias de um diluvio de Noé, montamos os nossos cavalos e fomos até a mina de chumbo. É um morro completo; não há mesmo picadas: passar a noite ahi n'esta estação é morrer, e as explorações que fizemos foram ligeiras.
A 2 de Janeiro do corrente anno, deixamos Yporanga, com os auxilios prestados pelo snr. vigario da parochia, rev. padre Antonio da Silva Pereira."


Podemos observar que durante os três dias em que sempre aconteceram as festas, e até com relação ao diluvio de Noé, que sempre esteve presente nestas ocasiões, tudo confere com os dados atuais, porém em momento algum foi mensionado a festa de N.S. do Livramento, embora Francis Burton estivesse auxiliado e acompanhado do páraco, que sem dúvida seria o maior envolvido com os festejos religiosos. Donde se conclui que naquela data a festa ainda não existia.

Outro dia, eu e a Nicinha, colega do departamento, mandamos uma cópia do cartaz da festa em PDF para o professor aposentado Avelino que, em outros tempos, deu aula em Iporanga, e que atualmente vive e trabalha em Avaré. Ele, como resposta mandou-nos os belos versos que transcrevemos abaixo:

Mergulhos na Passagem

Uma escadaria, duas garotinhas, um prédio
O pedestal, duas estátuas, a moldura
Tudo cristalizado, nesta mente perdura
De um revoar bem diferente o início.

Uma rua, a beleza de estonteante morena
Mocinha, que descalça, desce a ladeira
Lá embaixo, o aconchego da bela pracinha
Fronte a igreja de taipa, pequena
O coreto, flores, relva, bancos de madeira

Suor, muito suor, meu Deus , que calor!
Um mergulho nas águas do Iporanga, na passagem
Existe coisa melhor? Em tão bela paisagem
O corpo refrescar e o "candango" espírito acalmar?

Fim de ano, que beleza! Na natureza
Barcos descem o grande Rio Ribeira
Trazendo toda a realeza da Santa Padroeira
De pedra, o muro, um porto seguro
Para a Santa desembarcar
Com Fé, o povo a conduz ao altar.

Prof. Avelino Fernando Menck


Conversando com o ex-prefeito José Carlos Barbosa outro dia em Apiaí, cidade irmã que está situada bem no alto da serra a alguns poucos quilometros de Iporanga, perguntei-lhe se iria comparecer em nossa cidade para assitir a festa de N. S. do Livramento. Ele respondeu que sim porque seu plano era seguir viagem para Coritiba, onde tem uma residência, e que iria via Iporanga e Régis Bitencourt, para ver a nossa festa. No meio da conversa surgiu a história da Varação de Canoas que ele promoveu na lavração de canoas para compor a estrutura da balsa, e falamos também sobre o documentário rudimentar feito, sobre o evento, naquela época em videocassete. Comentei também que o Carlinhos filho da Dona Aurica e do saudoso Sr. Nelsom Ramos(Locade), pretendia fazer uma canoa grande e depois descer com ela montada na estrutura da balsa. Imediatamente o Zé Carlos acudiu dizendo:

" Naquela varação de canoas de quando eu era prefeito, nós fizemos a maior canoa que já se viu em Iporanga para a balsa. Naquela época ninguém aguentava mais ouvir dizer que o Jeremias ex-prefeito detinha o record de ter produzido a maior canoa já visto no rio Rebeira, com 15 metros de comprimento e largura suficiente para transportar mais do que um caminhão de areia do rio. Mandei que o mestre canoeiro se informasse sobre o exato tamanho da embarcação do Jeremias e pedi para que a minha canoa, tivesse ao menos um metro a mais de comprimento, por isso a canoa que eu fiz, ainda hoje, é a maior"







Nas três fotos estão imagens da Varação promovida pelo Carlinhos; na primeira foto ele aparece a esquerda da canoa na frente do mestre canoeiro Gentil Cabeção; que aparece só em outra foto, vemos também na terceira foto, o padre Joca de camiseta amarela e o Carlinhos ao fundo dentro da canoa olhando o padre que almoçava o prato caprichado, feito pelo João Batista e a Dona Marina esposa do Gentil, que é cantora oficial dentro da balsa e que faz a comida dos construtores da balsa no dia 31 de janeiro, também ajudou neste prato do pessoal da Varação a Janete esposa do Carlinhos. Na frente do padre, vemos o mestre canoeiro Satuca, com camisa escura, alinhado com o João Batista (filho do mestre balseiro Dito Guache; João aparece sem camisa ao fundo).

Dois dias depois, conversando com o prefeito Gulu a tarde na porta da prefeitura ao lado da copa, e do delicioso café da Eliana, embaixo do toldo, pois o sol estava de rachar, comentei sobre a canoa do Carlinhos que era muito grande, e que o próprio Carlinhos me afirmou ser aquela, a maior de todas, e que o sábado seria o Dia da Varação para tirar a canoa, e fazer o acabamento final. Rapidamente fui interrompido pelo Gulu, que fez um reparo na conversa dizendo:

- " A conoa do Carlinhos não é a maior, ela é igual a minha, que também vai descer compondo a montagem da balsa"

Depois logo em seguida o prefeito desceu em sua pickup para resolver um problema, provavelmente na casa da agricultura, e assim que ele saiu, chegou o Carlinhos, e assim que ele colocou o primeiro pé na calçada da prefeitura eu comentei sobre a conversa, que ali havia acabado de acontecer, sobre o tamanho das canoas. Diante do que foi exposto ele retrucou dizendo:

"-Não senhor! A minha canoa é quatro dedos maior do que a do Gulu".


No dia seguinte, o Carlinhos me disse que encontrou o Gulu e que; em tom de brincadeira afirmou e garantiu, para o prefeito que a conoa dele, Carlinhos; era quatro dedos maior que a do chefe do município. Resumindo o Gulu resolveu comprar a tal canoa com seu título de campeã, e superar a desvantagem, negócio que o Carlinhos topava, e já ia começar a procurar outro Guaraqui ou Ariribá para substituir o canoão, enquanto o Gulu passava a ostentar o título de dono da maior canoa feita em Iporanga. O sábado acordou com uma alvorada de fógos, e além do Carlinhos foram todos os caiçaras da cidade e mais os da Ribeira acima e até o padre Joca, Missionário do Verbo Divino, nascido em Iporanga e resgatando a nossa cultura, fazendo a Varação e trazendo a canoa numa aventura cheia de história

Varação: resgate das tradições e da cultura popular em iporanga. Na foto acima e de lado o barqueiro Bira (irmão do Gentil Cabeção)com o facão na cinta; embaixo na foto maior a esquerda da canoa, o mestre Satuca; a direita Antonio Donizete Ribeiro( Antonio Paixão); ao fundo ao lado do Carlinhos, ambos olhando para frente; o João Paixão, o outro filho de Nhá Maria Paixão.


A conclusão destas conversas, é que existe sempre uma pontinha de ciúme de um político, para com o outro, e que dificilmente um prefeito, enche a bola, ou reconhece no antecessor ou sucessor alguma qualidade, sempre existe entre eles, alguma picuínha.

Antigamente quando cada festa da milagrosa era dirigida por um cidadão ilustre e abastado, havia sempre disputa e comparação sobre o desempenho de cada festeiro, a beleza e a pirotecnia de cada festa. Eu me lembro que a festa em que o Sr. José Eliseu era o festeiro, nos anos 50, por longo tempo foi considerada a mais bela, embora nunca tivesse disputado uma eleição, também no ano de 51, ele concluiu a sua obra principal, a nova igreja de São Benedito, que substituia a antiga, já destruída, que se localizava próximo ao largo do Rosário, até que surgiu a festa e a fase do Sr. Jeremias em 1961.
As festas de Nossa Senhora com sua balsa, e as do Divino com a Coroação do Império, onde o festeiro que fazia o papel de imperador e recebia a coroa, e ou o que realizava uma boa festa de N. S. do Livramento, sinalizavam sempre para a vaga de futuro prefeito. Na Igreja, quando dominava a política, em tempos remotos, existia uma hierarquia, onde o político começava ainda criança ostentando a faixa amarela da Cruzada Infantil sem nenhuma divisa até chegar à terceira divisa, depois a faixa azul do Congregado Mariano e a faixa vermelha do Apostolado do Coração de Jesus e a faixa roxa da Irmandade das Almas, todos com seus hinos, e ainda antes de ser Imperador o político tinha que galgar uma das quatro vagas para carregar o Pálio ( toldo que cobria o sacerdote com o Santíssimo durante a passagem Deste por ruas da cidade, ou na procissão) e por último o estandarte da congregação( Haviam atribuições, como carregar a cruz da procissão, que era ocupada pelo Sr. Joaquim Ursulino, que depois foi passada para o Sr. José Rola; a tarefa de bater os sinos, Celso Cabeça; monitor da igreja, Dona maria Adriana), graduações que junto com uma boa festa, serviam também como trampolim político na disputa da cadeira de prefeito. Havia o costume de se dizer que: quem fazia uma grande festa, ou recebia a Coroa do Divino, se elegia prefeito no próximo pleito.
Por isso acho muito interessante frisar a sequência de prodígios realizados pelo Sr. Jeremias, antes de sua primeira batalhas nas urnas, que nem mesmo todo o carisma, e o apoio velado do governador Ademar de Barros ao Senhor João Alves Cavalcanti conseguiu quebrar. Entre as façanhas está um documentário feito em um filme que ele mandou produzir por profissionais especializados, no início da década de 60. Nesta preciosa relíquia, já um pouco prejudicada por danos causados, pelo descuido e até pela própria ação do tempo. Esta obra nos permite resgatar a memória de momentos e personagens muito importantes para nossa história. Havia também um outro filme, este foi patrocinado em 1938, pelo então prefeito Sr. Pedro Caetano dos Santos e dirigido por Chateaubriand, do qual espero que tenha ficado alguma cópia no acervo da Fundação de mesmo nome, pois a cópia que existia em Iporanga foi distruída, a algum tempo, por ação de jovens ladrões vândalos, que invadiram a residência do Sr. Pedro Caetano com objetivo de furtar objetos de valor para trocar por droga, ocasião em que destruiram, entre outros documentos históricos, aquele filme, que mostrava um momento de Iporanga, tão importante e que talvez esteja perdido para sempre. Portanto: acho importante os registros, que nos restam, feitos no filme do Sr. Jeremias, uma iniciativa cultural demonstrada por poucos prefeitos, onde podemos ver aquele momento do prefeito e de outras pessoas queridas, como o celebrante Padre Oscar dos Santos, e o saudoso Sr Manoel Corimba pai, fazendo leilão e tocando clarineta, na banda Lira Iporanguense, além do Ito com o cabelo e bigode pretos, idem o Essanão, o Alcino dias, os saudosos Basilião, Tico França, Nascimento Sátiro da Silva e outros, além de antigos logradouros como a praça da Matriz, o porto do Ribeirão, a rua Funda, também a rua De Baixo e muito mais, tudo mostrado na reprodução abaixo:




Festa de N.S. do Livramento 1961.

domingo, 25 de outubro de 2009

Nosso Álbum




Foto com as três crianças na praça Honório Corrêa nos anos 50 - Alberto Corrêa/Iolanda/Adauto. Na foto da direita Sr. Pedro Caetano dos Santos e Benjamim dos Santos - Década de 30.






Rua Carlos Nunes com Praça Luiz Nestlhener, Rua Eng. Bauer com a loja e as cabras do Sr Nelsom e a filha Arlete que hoje reside na Espanha; e por último a Rua Funda e a Pedro Silva.



Adicionar imagem








Na foto do ónibus estão: o Zé Marques e o Juca Nunes.



















Rua Funda com a loja do Isidro (Esídoro de Andrade Resende, pai do Dora), a oficina do Juca Veado (José da Motta) e a casa do Totó Borges, abaixo na Rua Pedro Silva aparece um pedacinho do sobrado do Daduca, o sobrado do Sr Fermino, que foi o Hotel Estrela,que pertencia aos sócios Oswaldo da Silva Pereira e Fermino Batista da Costa, nos anos 50; e que foi prefeitura, nos 70; e à frente vemos a casa do Sr Zé Moreira, em frente a loja do Honório Corrêa.






O Sr José Marques e a Jardineira "O Cascudo"- que fazia a linha Iporanga Apia, desde de 1948, e pertência ao Sr.Tito.



Cartão de visita de um dos proprietário do Hotel Estrela em Iporanga Sr Fermino Batista. Observe que não está impresso o número do fone, pois naquela época não existia na cidade, e era raro no mundo.








Miliciano Aduton, meu pai, nos anos 50, quando trabalhou em Iporanga, montado em sua viatura.









1947-Nascimento Sátiro da Silva, Benjamim dos Santos e um engenheiro japonês, na prefeitura velha.


Na foto abaixo vemos o padre Caiaffa, o Manduca, o João Sembleia na ponta da canoa e outros, nos anos 50, em preparação para uma viagem de canoa para uma comunidade ribeirinha para as festas.

Chico Nestlhener e seu cachimbo entrando no bar do filho Luis para tomar um gole


Nascimento Sátiro da Silva e sua primeira esposa, junto ao antigo coreto sextavado de Iporanga


Padre Joazinho em Iporanga


Carlinhos e Claudio do Tanásio






Engenheiro Bauer e sua Esposa D. Lili dos Santos Bauer (tia do Sr. Juvenal João dos Santos)


Antonio Julio - foto de

1933 - Pilões - Iporanga


Futebol no Porto dos Pilôes: Em pé da esquerda para a direita Davi, Alcino Dias, Aurinho, Jovelino, Gervásio e Tonho Traira. Abaixados: Domingos Sá, Dito Picasso, Peco, Juca Mané, Loro Romão e o Walfredo ex-prefeito, quando ainda não estava na prefeitura.


Futebol em Iporanga : Em pé da nossa esquerda para a direita o pequeno Miltinho Lopes(Bambam), abaixado ao lado do bambam está o Claudinho do Daio, grandão sem camisa o Cícero (do Diolindo), Nirão, Euclides (da D. Iracema), Edson (Tusão), Amadeu (do João França), Nilson (do Crismâncio), Claudio da Lucinha e Tadeu (da Cota), de pé bem à direita o mais alto é o Lico (da Maria Sabão), ao seu lado, Claudio (Boquita), sentado, a partir da frente do Cícero, Walter (Bagre), Sergio (do Roberto da Cecília), Side Orelha, Carlinhos (do Tanásio), Gambá, Irineu (do Gentil), Jorge Kogake( Jorginho)






Na foto os três Irmãos Metralhas - Duiá (Nerso Lopes), Helinho (Hélio Lopes), Gogo Corintiano ( Diogenes Lopes, nome que o Antonio Lopes colocou em homenagem ao deputado do Adhemar, por Iporanga, Diogenes Ribeiro de Lima)


















Na foto a Banda Lira Iporanguense, com Teixeira, Dejalma, Cido Barbeiro ou Pedreiro, Alcino Dias no prato, Benjamim dos Santos e outros


















João Maciel - Bairro Castelhanos










Uma festa após o resultado da eleição.




A Família do Sr. Carlos Guilherrme Becker, e o próprio com um dos netos nos braços e ao seu lado o Dimas filho único, com a esposa e filhos: Claudio, Clodoaldo e sua única filha, os demais chegaram depois.





Carlos português e a esposa Dona Augusta.




Banda Lira Iporanguense, abrilhantando a festa do final do ano.



Izaias Teixeira Silva - 23/04/1924























Foto do desaparecido Aparício do Batista. Por favor, mande notícias para os Iporanguenses!






















O Avelino quando era mais jovem...






Na foto em Iguape 1949; da direita para a esquerda; João Roque,Tavico (Otávio Mendes) e Joaquim Paulo. No Para-choque do caminhão Nash do Paulo Florindo: o menino Crismâncio e o Nicolau Carico.




Ao lado direito: Agostinho Pato

Acima foto na praça Honório Corrêa onde vemos o João Bigode.



Na foto acima podemos ver o Mestre balseiro e São Gonsalo Ernesto Lopes, o Pedrico, Nelson Locadio, o Camilo Calabrez e o garoto Genival Lebre.




Feliciano Pereira é do bairro e quilombo paranaense, João Surá.



























Crismâncio no velho quartel da praça Honório Corrêa




Fuitebol em Iporanga: Tozinho,Pedrico, Roque, ?, Crismâncio.
Embaixo: Honório, Ico Pinga, EssaNão, Gustavo, Dorival Quati.



Futebol em Iporanga: Gentil, Chico Soldado, Juraci, João cunhado e tratorista do Ferranto. Crismãncio, Aníbal Soldado, Abaixados: Juca Esperto, Belém, Prof. Braz, Tide e cabo Livino.


Time de Futebol de Iporanga. Na esquerda o Pedrico, após o goleiro: o Wagner, no extremo o Dr. Poti. Embaixo: Rubinho ao lado do Chico Soldado, depois Crismâncio e Otávio.


Osvaldo da Silva Pereira, um ótimo caráter.




Doutor Franco dono da fábrica de palmito de Iporanga nos anos 50.





Jovens Corimbas, anos 50.



Sr. Leopoldo, marido da D. Francisca e pai do Osni, Nirão, Nei, Turcão e outros.




Joaquim Ursulino entre a filha primeira a esquerda e o menino Paulo Cabra.










Antiga foto da procissão fluvial tirada embaixo da sombra da velha Guararema, na margem do Ribeira, que durante 100 anos serviu de banheiro para o povão.
















Foto no campo de futebol antigo, onde hoje é a Eletro a e Escola Nascimento.
A foto amplia com um click. Eu estou sentado de perfil, à direita e abaixo na imagem,
com calça comprida escura. O sanfoneiro é o Nico Lisboa.